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Teste do cabelo e direito da família: 5 casos reais

09/04/2018 Chromatox
O teste de cabelo para drogas e álcool é um esforço puramente científico: usando imunoensaio, espectrometria de massa e cromatografia líquida para isolar drogas, identificar o uso de substâncias e investigar a verdade de um caso. Mas para os advogados de família, assistentes sociais e a justiça, o método é menos importante do que o significado.

Então, vamos ver alguns casos reais que foram trabalhados em nosso laboratório, os resultados dos testes e o que eles significaram para a situação em si. Embora muitos desses casos tenham passado por tribunais, tomamos a decisão de reter nomes por privacidade.

  • Caso 1: Processo penal

A história: Em 2013, um pai esfaqueou seu filho depois de beber dois copos de cerveja em um pub local. O pai foi preso e seu filho, hospitalizado. Pouco depois de ter sido preso, o pai disse que tinha alucinações e alegou que podia ver coisas rastejantes nas paredes de sua cela.

Sua esposa entrou em contato com a Cansford Labs, empresa do grupo ChromaTox, do no dia seguinte à prisão e explicou o caso de processo criminal. O filho tentou retirar as acusações, mas a polícia não permitiu. Analisamos a amostra de cabelo do pai e detectamos níveis baixos de MDA (um fármaco parecido com ecstasy) no período do evento.

O resultado: Com base nos laudos, o pai foi absolvido.

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  • Caso 2: Proteção da criança

A história: Uma mãe de Plymouth, Inglaterra, foi acusada de colocar Tramadol (tipo de analgésico) no leite de sua filha de um ano, em uma tentativa de acalmar o bebê. Houve também alegações de que ela usou a droga para manter sua filha doente para que ela pudesse reivindicar benefícios do governo por mais tempo e alimentar o seu próprio vício em Tramadol.

A ChromaTox analisou amostras de cabelo do bebê e o laudo revelou o uso de Tramadol durante alguns meses, estabelecendo que aquela droga não poderia ter sido encontrada no leite materno de Jones nos níveis elevados registrados na análise, a menos que ela tenha sido adicionada.

O resultado: a mãe se declarou culpada de crueldade infantil, posse de drogas e perversão do curso da justiça. Foi condenada à prisão por sete anos e dois meses.

  • Caso 3: Proteção das crianças

A história: Tivemos um pedido dos Serviços Sociais em 2015 para analisar o cabelo de uma criança de 22 meses, cuja mãe eles suspeitavam de ser usuário de drogas pesadas.

Nossa análise mostrou níveis de cocaína e mefedrona na criança ao longo de um período de seis meses, ilustrando claramente que a mãe era usuária de drogas. No entanto, para que o resultado fosse 100% preciso, realizamos um teste para contaminação externa e o resultado foi negativo, indicando que a criança ingeriu os medicamentos. Não foi possível saber se a mãe deliberadamente deu drogas para a criança ou se a criança ingeriu as drogas acidentalmente.

O resultado: De qualquer maneira, a mãe era negligente e culpada. A criança foi afastada da mãe.

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  • Caso 4: Licenças perdidas retornadas

A história: Fixados pela polícia em 2015, dois indivíduos tiveram suas carteiras de habilitação apreendidas por serem pegos dirigindo drogados. Um deles foi positivo para opiáceos e o segundo para opiáceos e anfetaminas terapêuticas, que havia sido declarada. A justiça decidiu que eles teriam suas licenças de dirigir retiradas por dois anos.

Após o prazo de suspensão da CNH, foi realizado um novo teste toxicológico para verificar o comportamento dos indivíduos. Fizemos as análises e verificamos não apenas se as drogas estavam em seu organismo no momento atual, mas nos últimos 3-6 meses também. O teste de cabelo confirmou que eles tinham parado de usar as drogas e o resulta ajudou a liberá-los na pena.

O resultado: Ambos tinham suas licenças de volta.

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  • Caso 5: Enfermeira injustamente acusada de ainda usar drogas

A história: Uma enfermeira que admitiu usar drogas no passado foi submetida ao exame toxicológico em outro laboratório e teve resultado positivo, que apresentou níveis abaixo dos pontos de corte recomendados.

Nós conduzimos análise mês a mês para benzodiazepínicos durante um período de seis meses. O outro laboratório encontrou níveis iguais ao seu LOQ (limite de quantificação) abaixo do seu nível de corte. Isso não pode sugerir que uma pessoa ainda está usando drogas.

O resultado: O teste e o relatório explicativo emitido pela Cansford/ChromaTox explicaram os resultados em vista do corte de consenso recomendado pelo SoHT para o uso atual de drogas, e a enfermeira foi reintegrada à equipe de trabalho.